185
roteiros
124
cidades

Fíji para mochileiros ou viajantes econômicos

É até difícil imaginar, mas Fíji é um país que recebe MUITOS mochileiros e viajantes mais econômicos! Acho que o marketing dos grandes e...

Estados Unidos muito além de Miami, Disney e NY – Parte 01

Se você nos acompanha pelo Instagram, já deve saber que estamos passando 38 dias no oeste dos Estados Unidos, explorando Parques Nacionais e outros cantinhos naturais muito bem preservados pelos americanos. Estamos agora no Arizona!

Polinésia Francesa (Tahiti, Bora Bora e muito mais)

Taí um destino que faz parte da listinha de desejos de grande maioria dos viajantes. Muitos, ainda, sonham com Bora Bora ou alguma outra...

Sardenha: o paraíso!

A Sardenha é uma ilha – mais precisamente um verdadeiro paraíso – localizada no Mediterrâneo a oeste da Itália, país a qual pertence. Ela não...

Montanhas Rochosas

O VamosPraOnde partiu rumo às Montanhas Rochosas Canadenses para explorar cenários que fogem do comum. Queríamos ir além das dicas de revistas, além do turismo padrão, além da multidão. E conseguimos!

Esquiando no Oeste do Canadá

04 de Julho de 2015
4 comentários 4.481 visualizações

ski resort canadaAs estações de ski do Oeste do Canadá

As montanhas canadenses são lar de inúmeras estações de ski. Seja nas Rocky Mountains (onde fizemos aquela viagem surreal no verão, lembram?) ou na cadeia de montanhas próximas à costa da província de British Columbia, o que não falta são opções de destinos para subir nos lifts e se aventurar pelas pistas abaixo.

Estivemos por lá em dezembro e janeiro de 2015 e pudemos conhecer seis estações diferentes, tanto na província de Alberta quanto na Colúmbia Britânica (Marmot Basin, Sunshine Village, Lake Louise, Mt Norwquay, Whistler-Blackcom e Grouse Mountain).

É difícil apontar a melhor estação: são muitas variáveis, muitas características e muitos pequenos detalhes que atrapalham essa decisão – mas a mais famosa e maior de todas, é sem dúvida, Whistler-Blackcomb. As estações são muito diferentes ente si no tamanho, na estrutura e na facilidade de acesso, além do tipo de neve também variar muito entre elas. O que podemos afirmar é que aprovamos todas! Pode ir sem medo que você vai se divertir muito ;)

Veja como foi todo nosso roteiro de inverno por lá e entenda abaixo como funcionam as estações de ski:

Diferentes tipos de neve e estações de ski


Nas Montanhas Rochosas, localizadas em uma região mais seca, a neve é chamada de Champagne Powder, por ser muito fina e suave. Em dias de bastante neve, a sensação é surreal! Parece mesmo que você está flutuando, de tão leve e fininha que ela é. Já nas estações mais próximas ao mar, como em Whistler, por exemplo, a neve é mais úmida e, portanto, mais pesada. Mas isso não é um problema – apenas uma característica.

As estrelinhas mostram, no mapa abaixo, a localização de Whistler e das Rochosas, em Alberta, respectivamente.

Mapa do canadáComo muitos de vocês já acompanharam, estivemos em janeiro nos mesmos locais que fomos no verão – passando pelas cidades de Banff, Jasper, Whistler e Vancouver – e pudemos conhecer as estações de Sunshine Village, Lake Louise e Mt Norquay, em Banff, Marmot Basin, em Jasper (todas estas na província de Alberta), e Whistler/Blackcomb, em Whistler, além da Grouse Mountain, em Vancouver (estas duas últimas já em British Columbia).

Esquiando nas Montanhas Rochosas


As Montanhas Rochosas são um paraíso para os amantes de esportes de inverno. Tanto nos EUA – no estado do Colorado, por exemplo – quanto no Canadá, as Rockies não decepcionam no quesito adrenalina e beleza. O contraste da paisagem é realmente impressionante – a gente se perde admirando vales com rios congelados e picos imponentes cobertos de neve – e as estações de ski surpreendem na qualidade da neve e na estrutura. Mas vale lembrar que o frio por lá é intenso: chegamos a pegar 27 graus negativos na base das montanhas.

Conhecendo Banff

Banff é a cidade mais famosa das Rochosas canadenses e atrai milhares de turistas no verão (inclusive brasileiros) em busca das águas azuis do Lake Louise. No inverno, porém, a paisagem se transforma completamente, e todo aquele visual cinematográfico se pinta de branco.

É realmente neve pra todos os lados, e você se surpreende sem conseguir acreditar que está no mesmo lugar que esteve no verão. 

lake louise no invernoExistem três opções de resorts de ski nas imediações da cidade, que formam um hub chamado Ski Big3 e podem ser acessados com um único passe:

(Clique no nome das estações para ver o mapa de cada uma delas:)

  • Mt Norquay (bem do lado da cidade),
  • Sunshine Village (a 18km de Banff e 90 minutos do aeroporto internacional de Calgary) e
  • Lake Louise (na vila de mesmo nome, a 60km do centro – Lake Louise está a 45 minutos de Banff)

Você pode ver os valores atualizados dos passes no site oficial do SkiBig3 (em inglês).

Dica: Para quem não viaja de carro, existem shuttles (ônibus) para as três das estações. Acesse o site oficial para saber mais (em inglês).

Mt Norquay

O Mt Norquay é a menor das estações de Banff e também a mais antiga (foi inaugurada em 1926). 

Detalhes do Mt Norquay

A temporada vai de novembro a abril e a estação funciona de 9:00h às 16:00h diariamente e de 17:00h às 22:00h às sextas e sábados de janeiro a março.

Ela costuma receber menos neve que suas vizinhas, mas também tem mais chances de estar vazia – o que é um ponto super positivo. Apesar do menor tamanho e menor índice de precipitação, ela conta com um bom número de pistas black e double black e um park razoável. Parte dela (incluindo o park) abre durante as noites nos meses de janeiro a março como falamos ali em cima.

Como só tínhamos 4 dias para esquiar em Banff e as outras estações eram maiores, optamos por ir dois dias à Sunshine Village, dois à Lake Louise e ir somente à noite para conhecer o Mt Norquay. A parte aberta para ski noturno é bem reduzida, com os freqüentadores usando basicamente o park. É divertido! Até porque há também uma pista de Tubing e um bar abertos a essa hora.

Um ponto alto do Mt Norquay é que se pode comprar o ticket para uma quantidade específica de horas, então se você tiver um tempinho sobrando, vale a pena dar uma conferida no local sem pesar muito no bolso! Os moradores de Banff fazem muito isso: aproveitam um intervalo do trabalho ou uma manhã livre e correm pra lá pra matar a vontade de descer a montanha. 

Sunshine Village – uma estação de ski completa


Sunshine Village já é bem maior, e conta com 4 faces de montanha. Pela quantidade de neve que cai por lá, não há necessidade de se produzir neve artificial.  A estação funciona de novembro até o final de maio! É surreal, mas ela chega a receber até 9 metros de neve durante a temporada. A base do resort está a 1.600m de altitude, o que garante que a neve fique sequinha e excelente para o esporte.

São mais de 145 pistas (82km) e uma boa quantidade de bowls e off pistes, incluindo um setor chamado Delirium Dive, só aberto aos mais experientes – e mesmo assim, que estejam com transdutores de resgate para avalanche! Além disso, há parks com kickers, corrimões e boxes para todos os níveis.

sunshine villagePara se chegar lá, deve-se dirigir 18km, a partir do centro de Banff, pela Trans Canada Highway, pegando uma saída para a direita – que vai dar no lado oposto da estrada e te levar a uma estrada secundária por mais alguns quilômetros até o estacionamento do resort.

Preste atenção no horário, pois dependendo da época, as vagas lotam e só sobra o acostamento da estrada (existem até ônibus que passam por ali, já que algumas pessoas só conseguem estacionar a alguns quilômetros da sede da estação).

Na base da montanha, pega-se uma gôndola que te leva a “base elevada” de Sunshine Village, onde se encontram os lifts pra 3 das 4 faces de montanha da estação, um hotel ski in ski out (Sunshine Mountain Lodge) e vários restaurantes e bares.

Nosso conselho é que uma vez lá em cima, só se desça pra base novamente no final do dia, já que as melhores pistas estão no too da montanha (e a gôndola até essa parte é um pouco demorada).

Dica: Este hotel que mencionamos é uma opção para quem deseja pegar as pistas vazias e ver um céu maravilhoso, já que fica longe das luzes da cidade, escondido em cima das montanhas (além de ter uma jacuzzi externa te esperando para depois do ski), mas tem o inconveniente de não te permitir ir aos bons restaurantes de Banff – se você for ficar uma semana na cidade, é interessante considerar a opção de ficar uns 2 dias neste hotel.

Importante: a temporada lá dura de novembro a maio, como falamos acima. Nos meses da primavera (abril a maio) as temperaturas são muito mais agradáveis do que quando fomos, no auge do inverno – segundo relatos que ouvimos por lá, a neve tem uma qualidade muito boa também nessa época, e o resort ainda oferece uma série de shows ao ar livre na “base de cima” de Sunshine Village. É uma boa ideia considerar uma viagem na primavera! A gente quer muito!

informações de sunshineVillage

Lake Louise – a estação de ski mais famosa das Rockies

Lake Louise, por sua vez, é a estação mais famosa das Rockies canadenses, conhecida como a Gigante do Canadá.

São mais de 4.200 acres de terreno, com mais de 100km de pistas e uma neve de qualidade incomparável. Ela é uma estação para esquiador nenhum botar defeito. A estação também abre de novembro a maio e funciona das 9:00h às 16:00h (com exceção dos sábados que a parte da frente da montanha fica aberta até às 17:00h).

A média de neve no resort é de aproximadamente 500cm e por lá, diferente de Sunshine Village, existem máquinas de snowmaking.

A vista la de cima é de tirar o fôlego: vemos o famoso lago que dá nome ao lugar e o belíssimo vale cortado pela TransCanada Highway.

Lake Louise ski resort com vista para o lago

Credits: skibig3.com (não conseguimos tirar uma foto assim – infelizmente hehe)

A face de trás da montanha tem grandes bowls, recheados de powder nos dias clássicos, além de inúmeros parks para quem quiser se arriscar mais.

Importante: Vale lembrar, porém, que o frio pode ficar intenso, acima da média de outras estações que já visitamos. Em um dos dias em que estivemos lá, no começo de janeiro, tivemos que parar para comprar balaclavas novas e desembaçar os goggles, já que a temperatura estava em torno de 30 graus negativos. A gente parava em todo bar/restaurante/banheiro que aparecia na pista, pois os goggles realmente congelavam – só voltavam ao normal com o secador de mãos hehe.

O bom da estação é que ela é tão grande, que a gente quase não pega filas. Estivemos lá no réveillon, e, apesar de cheia, as filas para subir nos lifts eram bem tranquilas – porém, um dia após o feriado, pudemos ver filas realmente inexistentes, ou seja, um verdadeiro paraíso branco! Quem puder ir fora de feriados, vai se surpreender com o paraíso!

ObservaçãoQuando estivemos em Lake Louise, fomos até Golden, a uma hora e meia de Banff, para andar de snowmobile (vejam esse relato pois o passeio é surreal). De lá, pudemos ver as pistas da estação Kicking Horse. Apesar de não termos esquiado neste resort, nos disseram que é uma estação mais vazia, com neve do tipo Champagne Powder. Para quem ficar bastante tempo na região, vale a pena ir um dia para conhecer (quem sabe, até dormir uma noite na cidade e fazer o passeio de snowmobile no dia seguinte). Se tiver pouco tempo, vale a pena ficar apenas em Banff e Lake Louise mesmo.

Detalhes Lake Louise ski resort

Trajeto de Banff a Jasper

De Banff, seguimos pra Jasper, pela Icefields Parkway (clique aqui para baixar o mapa completo dessa estrada – super útil!). Essa é aquela rota maravilhosa pela qual dirigimos no verão, e vimos os lagos de coloração turquesa, um mais lindo que o outro.

Como queríamos também vê-los todos branquinhos, com neve sobre a grossa camada de gelo que se forma no inverno, resolvemos fazer o trajeto de carro. A ideia era poder parar, admirar a paisagem e tirar muitas fotos :)

peyto lake no inverno

Poder viajar de carro e ir parando onde quiser nos garante uma liberdade sem igual! A gente indica muito que façam essa viagem de carro, principalmente se forem no verão.

Mas ah, aqui cabe uma notinha: Apesar do asfalto da estrada ser perfeito, ela não é a maior prioridade das autoridades locais em termos de retirada neve, o que se pode tornar um risco para quem dirige por lá. Existem diferentes níveis de condições da estrada (no site oficial da Parks Canada você consegue conferir as condições); nós pegamos o mais precário deles, mas que ainda permitia que a estrada ficasse aberta – se piorasse um pouquinho ela fecharia (o que poderia atrapalhar o roteiro da viagem). Então é importante ficar atento a isso, ok?

Uma outra opção é fazer o trajeto de ônibus, pela empresa Sundog. O valor (2014-2015) é 69CAD  para adultos, para a rota Banff – Jasper. Você pode ver outras opções de rotas e os valores atualizados no site oficial da empresa. Nos disseram que mesmo quando a estrada está fechada, os ônibus conseguem passar – mas eu não tenho 100% de certeza dessa informação, vale confirmar.

Como o movimento por lá no inverno fica muito reduzido, ficamos um pouco apreensivos para dirigir por quase 300km, mas deu tudo certo! Apesar de passarmos por trechos bem castigados por gelo e neve, o carro respondeu bem (esse foi um dos motivos de termos investido um pouco mais no carro: o fato de ele ser um pouco mais alto, com boa tração e pneus apropriados foi essencial para a segurança na direção).

Bom, mas voltando ao assunto principal: as estações de ski! Em Jasper, o orgulho local são as pistas de Marmot Basin.

Marmot Basin – o ski resort de Jasper

Marmot Basin é uma estação de ski com aspecto bem familiar. Por estar longe dos principais aeroportos da região (Calgary e Edmonton), e ser menor que os ski resorts de Banff (destino principal de quem vai às Rochosas), ela fica bem vazia, e quando dizemos bem, queremos falar beeeeeeem vazia mesmo, quase deserta! Com exceção dos finais de semana e feriados, quando os moradores das cidades próximas vão para lá, é possível passar o dia todo esquiando sem enfrentar nenhuma fila, e foi exatamente o que aconteceu com a gente!

Veja aqui o mapa das pistas.

Marmot Basin tem a base mais elevada das estações canadenses e é muito mais acanhada do que a maioria das que visitamos. São 86 pistas (bem distribuídos entre principiantes, intermediários e avançados) – a maior delas tem 5.6km -, além de diversos off-pistes entre árvores e bowls, e um park modesto, com opções para diversos níveis. Por lá também é possível esquiar de novembro a maio. A estação funciona de 9:00h às 16:00h, como a maioria no Canadá.

Existem shuttles da cidade para a estação por 7CAD. Vocês podem ver os valores atualizados e os horários do transporte no site oficial da Marmot Basin.

Como ela é muito vazia, se torna uma boa opção para iniciantes, já que o risco de acidente envolvendo duas pessoas diminui drasticamente.

Para quem deseja aprender, aprimorar a técnica ou simplesmente esquiar junto com um guia de montanha, é possível contratar professores na ski school que fica na base.

esquiando em marmot basin
Como chegar no ski resort de carro: Para chegar até a estação, ao sair do centro de Jasper, deve-se pegar a Icefields Parkway, no sentido Banff, e dirigir por alguns quilômetros (tem placa!) até virar a direita e subir o morro para chegar ao primeiro lift. Dirijam com cuidado, pois são muitas curvas em terreno escorregadio. 

Os valores dos bilhetes do lift variam de ano a ano, os valores atualizados estão aqui.

Marmot Basin foi uma das estações de ski que mais gostamos no Canadá, já que o crowd é praticamente zero e por ter pegarmos um dia de neve muito powder, sem quase ninguém por perto. Para quem busca uma opção fora do usual, ela é uma ideia excelente. Além disso, o ritmo é bem diferente de outros lugares, mais devagar, mais familiar, assim como o resto da cidade de Jasper: uma ótima escolha para se desligar do mundo e se conectar com a beleza e imponência da natureza e das montanhas canadenses!

Próxima parada: Vancouver e Whistler


Depois de Jasper, seguimos pra Vancouver, para de lá, irmos para a rainha das estações de ski do Canadá, e talvez de toda a América: Whistler-Blackcomb, ou apenas Whistler, que fica na cidade de mesmo nome, a 121km da capital de British Columbia.

Devolvemos o carro em Jasper e lá pegamos o trem da Via Rail direto para Vancouver, onde nos hospedamos no Four Seasons para recuperar do frio e das pancadas na neve devido aos capotes do snow! hehe Fizemos até massagem para nos prepararmos para o round 2 da trip ;-) Bom demais!

No dia seguinte pegamos então um ônibus da empresa Pacific Coach para Whistler. O percurso é maravilhoso, dura aproximadamente 2 horas e custa 55CAD por pessoa (valores atualizados aqui). O ônibus já nos deixou bem pertinho do nosso hotel. Whistler estava branquinha e linda nos esperando de braços abertos (mas isso não durou muito, infelizmente hehe – a temperatura subiu pra caramba e não demos muita sorte com a neve).

A vila é um mundo à parte, projetada para ser um verdadeiro parque de diversões invernal. Além das pistas de ski, é possível praticar bungee-jumping (a gente fez!!! olha aí!), tirolesa, bobsleigh, snowmobile, patinação no gelo, tubing e quase tudo mais que se pode imaginar praticar na neve.

Whisler-Blackcomb – a maior e principal estação de ski da América do Norte


A estação engloba as montanhas de Whistler e Blackcomb, totalizando 200 pistas em 8.200 acres de terreno. A quantidade de bowls, off-pists e florestas são praticamente infinitas. Além disso, o local ainda conta com uma gôndola imensa, a Peak2Peak, detentora do recorde de mais longa e mais rápida do mundo, conectando as duas montanhas.

Veja, no site oficial, o mapa interativo da montanha, e abaixo, uma imagem pra dar a ideia da imensidão que é esse lugar!
mapa de postas de whistler blackcombPara os mais radicais, existem paris imensos, de todos os níveis, patrocinados pela Nintendo (quem diria que seria possível andar de snowboard sobre as balas de canhão do Super Mario Bros), fazendo os novatos e os profissionais delirarem.

Whistler é tudo aquilo que falam e mais um pouco

Não chegamos a pegar neve powder por lá (foi um dos invernos mais quentes da região – várias vezes pegamos temperaturas positivas infelizmente), a montanha é mais baixa que nas Rockies e é possível até pegar chuva, o que também aconteceu com a gente, mas é raro; entretanto, mesmo com condições adversas, as pistas são completamente esquiáveis, de altíssima qualidade. As máquinas de snowmaking trabalhavam a todo vapor durante toda a noite e era possível esquiar com tranquilidade do topo até a base.

Como a montanha tem um grande gradiente de altura, muitas vezes o tempo está fechado na base e aberto lá em cima. Se estiver na dúvida sobre ir esquiar determinado dia ou não, basta acessar o site oficial e olhar as condições em tempo real, além das câmeras ao vivo espalhadas em diversos pontos da montanha

O bilhete para subir a estação é um pouco mais caro (valores atualizados aqui), mas vale cada centavo! Também é possível fazer aulas, contratar guias e se aventurar em um passeio de heli-ski.

Paraíso mesmo!

E o Canadá é assim, tem destinos e atrações para todos os bolsos, gostos e faixa etária – e não seria diferente se tratando de estações de ski e esportes de inverno!

Gostou desse post? Compartilhe com os amigos!
  1. Luciana 17/12/2016

    Raquel, meu nome é Luciana e estive no Canadá há 20 anos e visitei a estação de aki Mont Blanc , você sabe se ainda é uma boa estação de ski? Gostaria de saber se você sabe quais são as estações de ski próximas a Vancouver ? Obrigada

    • Heitor Sima respondeu Luciana 05/07/2017

      Oi Luciana. To me intrometendo aqui! Perto de Vancouver tem a Grouse Mountain. Andando um pouco mais, tem Whistler que é maravilhoso

  2. Vivi Giese 04/07/2015

    Que delícia Raquel. Desde quando vi suas fotos no instagram sonho em ir lá, mas acho que ficará só para no que vem ou no próximo.
    Parabéns pelo blog!