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Whitsunday Islands de barco: nossa experiência

29 de Janeiro de 2018
0 comentários 186 visualizações
escrito por Raquel Furtado

Nosso último destino na Austrália foi o arquipélago de Whitsunday, na região da Grande Barreira de Corais, lar da Whiteheaven Beach, provavelmente a praia mais famosa da Austrália.

(esse post ainda está em construção – estou publicando o rascunho pra que vocês já tenham algumas dicas, mas em breve ele estará prontinho!)

A porta de entrada das Whitsunday Islands é a cidade de Airlie Beach, a  a XXX km de Proserpine, onde tem o aeroporto mais próximo. Também é possível voar diretamente para Hamilton Island.

A gente havia reservado três dias para conhecer a região e achamos que o modo mais conveniente de explorar aquele pedaço de paraíso era de barco.

Decidido o meio de transporte, começamos a pesquisar nossas opções. A busca, inicialmente foi através das datas de saída das embarcações. No site xxxx você consegue pesquisar praticamente todas as empresas que operam por lá (isso se não tiverem todas, efetivamente).

Depois de checar os barcos que se encaixavam no nosso calendário, nós demos preferência aos catamarãs, que são mais estáveis. Como as vagas nesses barcos esgotam rápido, é bom reservar assim que possível.

Dentre as opções disponíveis, a que mais se encaixava nas nossas necessidades foi o barco Powerplay, que faria um roteiro de três dias e duas noites.

O Powerplay comporta até 18 passageiros, com acomodações que vão de cabines privativas (são duas), quádruplas (também duas) e coletiva. Os valores variam com o tipo de acomodação, indo de XXX a XXX.

Antes de irmos pra lá, nós achávamos que Whitsunday seria um destino de mergulho que, além dos corais, ainda teria a Whiteheaven Beach “de brinde”.

Isso foi um erro nosso. As ilhas de Whitsunday não tem nada a ver com os corais de Cairns ou Port Douglas, também no estado de Queensland. Como tínhamos que planejar mais de um mês de roteiro, e Whitsunday é mais famosa que muitos locais  que tinhamos mais trabalho para arranjar informações, acabamos dando uma relaxada nessa parte do planejamento.

No final das contas, isso não acabou sendo ruim, já que o arquipélago é maravilhoso, mas ficou um gostinho de quero mais em relação à mergulho nos recifes de coral etc.

Bom, chega de chorar o leite derramado e vamos ao que interessa, hehe: Whitsunday!

Nós chegamos de noite em Airlie Beach e dormimos no Club Croc, um hotel a menos de 10 minutos do centro. Nós escolhemos ele pelo valor, que estava bem atrativo. Como nós só iríamos dormir, não procuramos nada muito sofisticado. Acabou que foi um hotel tranquilo de dormir, apesar de ter um aspecto um pouco velho. Além de contar com piscina (que não usamos), pudemos deixar o carro estacionado lá enquanto estávamos no barco.

No dia seguinte, nós fomos até a agência XXX fazer o check in do barco e às 11:30 já estávamos na Abel Point Marina, de onde sairíamos. Na Marina tem uma pequena venda, onde é possível comprar bebidas alcoólicas, que não estão incluídas no pacote do barco (que tem pensão completa). Como não há onde comprar nada durante o passeio, é bom levar o que você quiser consumir.

Obs: água mineral também não está incluído no preço da viagem, mas eles vendem garrafas a bordo, então não precisa levar de terra.

O barco sai, em geral, com sua lotação máxima: 18 passageiros e três tripulantes. Como não há armários, não podemos levar muita bagagem: eles recomendam que você leve apenas uma soft bag, que pode ser tanto uma mochila quanto uma mala pequena mais maleável. Volumes maiores tem que ficar em terra (há lockers pra alugar na marina).

Um fato que gostamos muito no Powerplay é que ele tem o perfil bem jovem. Quando estávamos lá, a faixa etária variou entre 18 e 35 anos, com gente da Inglaterra, Canadá, Alemanha e China, além de nós, é claro.

A estrutura do barco ajuda a deixar um clima bem despojado. No convés da proa, há duas redes no chão, onde é possível ficar sentado levando água na cara enquanto o barco navega. Ainda na proa, há uma Mini jacuzzi aquecida de água salgada, que eles enchem quando estamos ancorados. Na popa há mais um convés, com uma mesa para refeições, uma churrasqueira e uma plataforma de onde mergulhamos na água. No segundo andar, fica o convés de onde o skipper navega a embarcação, e onde também é possível pegar um Solzinho. Já na parte de dentro, ficam duas mesas com sofás e uma mini cozinha, além das cabines e os dois banheiros. À noite, essas mesas e sofás são transformados em cama. O barco ainda conta com duas pranchas de SUP e equipamento de snorkel (roupa da borracha, máscara, respirador e nadadeira.

Um ponto importante é que o estoque de água doce é limitado, então eles pedem para os banhos durarem no máximo um minuto. Mas, a higiene é levada muito a sério, já que são 21 pessoas convivendo em um espaço confinado, e, com um pouco de boa vontade, é bem tranquilo de levar!

Bom, vamos falar do passeio em si:

Após sairmos da Abel Point Marina, em Airlie Beach, nós começamos a navegar em direção ao arquipélago. As primeiras ilhas que passamos são as Molle Islands. Após cruzarmos elas, seguimos na direção Nordeste, rumo à Hook Island. Nesse trecho, o barco balança bem, já que é uma área mais exposta às ondulações, então para quem enjoa, vale a pena tomar algum remédio para náusea.

Seguindo com a navegação, passamos em frente à Hayman Island, aonde fica o luxuoso resort One and Only. Esta ilha tem histórias curiosas com pessoas famosas, como o fato de terem expulsado bandas como Red Hot Chilli Peppers por comportamento considerado inadequado.

Depois que cruzamos a nota norte da Hook Island, seguimos em direção a uma enseada onde fizemos um mergulho de cilindro.

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