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Um dia em Sedona, no Arizona

29 de dezembro de 2017
1 comentários 525 visualizações
escrito por Raquel Furtado

Enquanto escrevo esse post, estamos em meio a uma viagem de 38 dias pelo Oeste dos EUA. Um dos destinos que mais nos surpreendeu até agora foi Sedona, uma cidadezinha super mística localizada no estado do Arizona. Por motivos de logística (e talvez até um pouquinho de falta de pesquisa), ela entrou e saiu do roteiro algumas vezes – mas ainda bem que, por fim, resolvemos mantê-la (mesmo que por tão pouco tempo).

Nossa passagem por Sedona valeu para nos deixar com gostinho de “quero mais”. Um dia com certeza voltaremos para completar esse post com as muitas outras belezas da região. Por enquanto, vamos descrever o que fizemos durante o dia que passamos por lá, incluindo algumas outras opções de passeios que nos recomendaram.

Sedona

A maneira mais fácil de chegar até Sedona é por Flagstaff, que conta com um aeroporto relativamente grande, e está a cerca de 50km (1h de carro) de distância. Grande parte desse trajeto é pela estrada 89A, que é linda e praticamente um passeio – dirija com calma e aproveite!

Outra opção é ir por Phoenix, a cerca de 185 km (2h de carro). Se você estiver indo do Brasil pra lá, talvez essa seja uma melhor opção, pois as conexões são melhores (você consegue chegar em Phoenix fazendo apenas uma escala; para Flagstaff, é bem capaz que você precise de duas paradas – e a chance do valor ser mais alto é grande).

Nós fomos para Sedona entre nossa visita à Havasu Falls e Monument Valley. Dirijimos cerca de 3h entre o Hualapai Hilltop e nosso ponto de chegada em Sedona, o camping de Cave Springs, na estrada 89A, próximo à cidade.

O Camping está localizado às margens de um rio em meio à floresta. O lugar é lindinho demais! A administrado do local é realizada pelo USFS (Serviços Florestais dos Estados Unidos). O preço é US$22,00 por barraca, por noite (o banho tem um adicional de U$ 2,00 por 8 minutos).

No dia seguinte, acordamos com uma chuvinha leve e, após desmontarmos acampamento, seguimos efetivamente para Sedona. Fomos direto para um estabelecimento de produtos naturias chamado Local Juicery (veja sua avaliação no trip advisor), para esperar o clima melhorar. Não podíamos ter escolhido uma parada melhor: os sucos e smoothies de lá são uma delícia, e as comidinhas ainda melhores: os waffles eram divinos.

Passamos um tempinho por lá curtindo o local e fomos em seguida ao Whole Foods Market (nosso supermercado favorito nos EUA e Canadá), para comprar mantimentos para nossos próximos dias – ele vende vários produtos naturais e também oferece refeições.

Explorando Sedona

Pra começar, é importante dizer que o clima no Arizona varia muito, então o tempo abriu e fechou várias vezes nesse dia.

Bom, nossa primeira parada foi a icônica igreja Chapel of the Holy Cross. Ela foi construída em meio às formações rochosas de Sedona e ganhou diversos prêmios de arquitetura. Quando estiver por lá, tente encontrar uma rocha que parece uma águia (é igual, juro!), uma tartaruga e outra que dizem que seria Maria segurando Jesus (essas duas últimas são mais forçação de barra, mas fazem parte do folclore local hehehe) – caso não consiga vizualizá-las, peça ajuda aos guias da igreja (que ficam subindo de carrinho de golfe, levando pessoas com dificuldades de locomoção). OBS: há estacionamento gratuito no local.

Capela em Sedona

Da Igreja, ainda podemos ver formações rochosas famosas, como a Bell Rock e a Cathedral Rock.

A Cathedral foi justamente nossa próxima parada. Fomos até um local chamado Red Rock Crossing, onde se pode ter belas vistas deste morro, próximo a um riozinho. A água não estava muito quente, mas o namorado aproveitou para dar um mergulho.

ATENÇÃO: nós colocamos Red Crossing no GPS e fomos levados até um estacionamento que fica na entrada de uma pequena trilha (que é mais ou menos a continuação da rua) – nosso passe anual de Parques Nacionais (US$ 80,00, válido por um ano) dava acesso gratuito àquela área. Porém, a trilha nos levou à margem esquerda do rio (no sentido em que ele corre). As melhores fotos, porém, são a partir da margem direita, mas infelizmente não descobrimos como se chega lá de carro (sorry :-/). Como o rio estava calmo, entretanto, e o namorado estava na disposição de me carregar, atravessei de cavalinho hehehe – a largura do rio é bem pequena, e a água batia no meio da canela. Assim, conseguimos chegar no lugar certo para termos a vista do cartão postal da cidade.

De lá, nós já voltamos à rodovia 89A para ir em direção à Flagstaff rumo ao Monument Valley. No caminho paramos na Midgley Bridge, para tirarmos algumas fotos do Oak Creek Canyon. Um pouquinho mais pra frente fica uma das atrações mais famosas de Sedona: o Slide Rock State Park (a entrada custa US20,00 por carro, de junho a setembro, e US$10,00 no resto do ano), um parque onde se pode escorregar de uma piscina a outra, pelo Oak Creek, riozinho que corta o cânion. Como o tempo estava bem ruim nesse momento, não chegamos a entrar lá, mas quando voltarmos a Sedona, iremos com certeza.

Sedona é muito famosa também pelas trilhas de mountain biking e trekking, além de inúmeros tratamentos místicos e yoga. Ouvimos até que a Gisele Bündchen vai lá meditar de vez em quando, devido ao campo energético da cidade.

Nós não tínhamos muito tempo, mas lemos sobre uma vinícola chamada Page Springs Cellars, a cerca de meia hora do centro, onde é possível fazer degustações de vinho e refeições – pareceu super legal e deve ser interessante ver uma vinícola em meio ao deserto – caso algum de vocês tenham ido, conte pra gente como foi (é só usar os comentários!).

formações rochosas em Sedona

Achamos que a cidade merece pelo menos 2 a 3 noites para que seus cantinhos sejam explorados com calma. Acreditem em mim, o astral é realmente diferenciado, lembrando um pouco Visconde de Mauá e as nossas chapadas (com muito mais estrutura urbana).

Recentemente, uma leitora do blog e seguidora no Instagram visitou Sedona e nos reforçou essa dica: Sedona merece pelo menos 3 dias!! <3! Realmente, nós voltaremos!

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