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Tudo sobre Sydney, Austrália

28 de Janeiro de 2018
0 comentários 862 visualizações
escrito por Raquel Furtado

Então vamos falar sobre Sydney: Ao contrário do que muitos pensam, Sydney não é a capital da Austrália (a capital é a cidade de Canberra), mas talvez seja a maior personificação do país. Rivalizando com Melbourne no posto de cidade mais importante do país, é inevitável não pensar em Sydney como o Rio de Janeiro que deu certo. Se lhe falta morros como os cariocas, para compor a paisagem, lhe sobram praias, uma baía linda (e limpa!) e até sua própria Niterói (Manly, do outro lado da Baía, a cerca de meia hora de ferry).

Nós passamos quase uma semana na cidade e escolhemos o bairro de Bondi para nos hospedar. Como estávamos de Motorhome e os campings eram distantes, nós estacionamos ele numa rua de pouco movimento e ficamos no hotel Adina, a menos de cinco minutos caminhando da praia (veja sua classificação no trip advisor).

bondi sydney

Os Sydneysiders, como são chamados os moradores de Sydney, consideram Bondi muito turístico, mais ou menos como Copacabana, no Rio de Janeiro, mas o fato é que tem uma localização muito boa, já que fica a cerca de 15-20 minutos da City (o centro de Sydney) e de praias como Bronte ou Coogee, que podem ser acessadas a pé, por um lindo caminho à beira-mar, que vamos falar mais adiante.

Quando estivemos por lá, pegamos tanto tempo bom quanto ruim, então aproveitamos os dias nublados para curtir manhãs de preguiça no hotel ou para conhecer restaurantes. Infelizmente também pegamos alguns dias de mar com ressaca, então não conseguimos aproveitar as praias tanto quanto queríamos.

Em nosso primeiro dia na cidade, como o tempo não estava tão bom, resolvemos ir pro centro pra conhecer o Opera House. Nós fizemos o tour, que te leva pra conhecer as diferentes salas de espetáculo e conta a história daquela construção magnífica! O tour custa XXX AUD por pessoa é dura XXX minutos, mas sinceramente, não achamos que vale tanto à pena, já quena grande atração é a visão do prédio por fora, se inserindo perfeitamente na paisagem. Nós assistimos dois espetáculos em outros dias, e estes sim foram sensacionais: nós recomendamos, então, que você cheque a agenda de apresentações e vá conhecer o Opera House em pleno funcionamento, ao invés de passar pelas salas vazias.

Embaixo do Opera House, às margens da baía de Sydney,  funciona o Opera Bar e o Opera Kitchen, duas boas opções para comer alguma coisa depois de alguma apresentação, ou então simplesmente para aproveitar a noite de Sydney (os restaurantes lá costumam fechar cedo, então essa é uma boa opção para comer um pouco mais tarde). Se comer por lá, não deixe de experimentar o Crying Tiger, uma carne deliciosa, e os chips de batata doce.

Depois do Opera House, fomos andando pelo Circular Quay, a principal estação de ferry de Sydney, que fica ali do lado. Nós passamos pelo Museum of Contemporany Art, na região de The Rocks, ali do lado, pelo Cadman’s Cottage (edifício residencial mais antigo de Sydney ainda de pé, de xxxx – Confirmar) e seguimos pela Argyle Street, passando debaixo do acesso à Harbour Bridge e pelo Observatory Park, antes de chegar em Darling Harbour, uma região cheia de restaurantes e bares que bomba de noite.

É em Darling Harbour, também, que se localiza o aquário de Sydney e o museu de cera. Nós comemos no The Meat and Wine Co (que também tem outros endereços pela cidade – confirmar), onde provamos uma carne de canguru maravilhosa!

À uma curta caminhada de Darling Harbour está o Queen Victoria Building (ou QVB), um prédio histórico transformado em shopping, e que conta com uma estação de metrô em seu subsolo. Lá você poderá encontrar várias grifes internacionais. Se a ideia é fazer compras, não deixe de passar por ali e pela Pitt Street (confirmar), que tem uma parte destinada apenas a pedestres e reúne lojas como Forever 21, H&M e Sephora.

No centro de Sydney, ainda é possível visitar o Hyde Park e o Royal Botanical Gardens (este último fica logo acima do Opera House), que ficam cheios de gente praticando esportes.

No dia seguinte, como o tempo estava um pouco melhor, nós fizemos a famosa Coastal Walk, que vai da praia de Bondi até a Coogee, com seis quilômetros de extensão.

A Coastal Walk (caminho costeiro, em português) é provavelmente a atração mais famosa de Sydney depois da Opera House e faz jus à fama: após sair de Bondi, ela passa pelas praias de Tamarama, Bronte, Clovelly e Gordon’s Bay, antes de chegar em Coogee.

Ao longo do caminho existem várias áreas de piquenique, aparelhos esportivos, piscinas de água salgada à beira-mar (muito comuns em Sydney) e até um cemitério. Na semana que ficamos em Bondi, aproveitamos para correr por lá várias vezes.

Como o mar estava muito grande, nós não nadamos em nenhuma praia, mas caso as condições estejam melhores, recomendamos um mergulho em Tamarama, que é pequenininha e linda, em Bronte (ideal para um piquenique) e em Gordon’s Bay (onde há um circuito turístico subaquático – confirmar), além de Coogee, para se refrescar ao final da caminhada (caso você faça o sentido Bondi – Coogee). Em Coogee, uma boa pedida é aproveitar o final de tarde no Coogee Pavillion (confirmar o nome), para tomar uma cerveja e comer uns aperitivos.

Em Bondi Beach, não deixe de dar uma passada no Iceberg Club, no canto direito da praia, que tem a piscina mais famosa de Sydney. Eles têm um restaurante italiano muito famoso, mas que acabou não dando tempo da gente conhecer. Também dá pra passar um bom tempo ali em cima vendo o pessoal surfar na praia (que sempre tem um crowd intenso) ou ir até a pista de skate no centro da praia pra observar pessoas de todas as idades arriscando manobras iradas no Bowl ou no Park.

Um dia depois de fazermos a Coastal Walk, o tempo amanheceu meio chuvoso e bem friozinho, então aproveitamos para conhecer o restaurante The Grounds at Alexandria, no bairro de Alexandria. Ele fica num complexo gastronômico e oferece um dos cafés da manhã mais famosos da cidade, além de brunch e almoço. Nós passamos um bom tempo lá degustando as delícias do lugar e recomendamos para todos! Para as crianças, ainda há uma espécie de curral com bodes, pôneis (confirmar) e um porco imenso, além de uma arara no restaurante do lado. Não deixem de ir conhecer!

Outro restaurante ótimo que nós fomos conhecer é o Porteño, em Surry Hills. Ele tem uma temática argentina e serve uma carne que não deve nada às parrillas dos nossos hermanos.

Quem for a Sydney não pode deixar de ir a Manly, e quem sabe até se hospedar lá. Para chegar ao outro lado da baía, há duas opções: ir de carro ou ferry. Nós optamos pela segunda (XXX AUD ida e volta), saindo de Circular Quay.

A estação das barcas, em Manly, fica numa ponta da The Corso, uma rua de pedestres cheia de lojinhas e restaurantes. Lá é possível encontrar as melhores marcas de surfwear, por exemplo. Na outra ponta da praia, fica a Manly Beach.

Nós passamos o dia inteiro lá, tostando no sol. Como nós fomos de barca, acabamos alugando pranchas de surfe por lá mesmo, em uma loja em frente à praia: existem várias opções.

Um passeio legal é caminhar para a direita, olhando pro mar, até Shelley Beach, uma prainha de água calma e transparente. Lá também há estrutura de churrasqueira e um mirante.

Um passeio legal, também, é alugar uma bicicleta e pedalar pelas redondezas. Tem uma loja chamada Manly Cycles, próxima à saída do ferry, que oferece aluguel, mas achamos meio carinho e resolvemos ficar apenas pela praia.

Manly é parte das chamadas Northern Beaches, as praias ao norte de Sydney. Outras praias famosas de lá são Dee Why, que visitamos em 2006 e Palm Beach, que não tivemos a oportunidade de conhecer, mas ouvimos falar muito bem.

Outros pontos turísticos que tivemos a oportunidade de conhecer em 2006 mas acabamos não indo dessa vez é a Sydney Tower, uma torre de XXX mts de altura no centro da cidade que te permite ter uma visão de 360 graus do entorno (lá em cima tem um restaurante giratório que dizem ser ótimo para tomar uns drinks – confirmar) e o Olympic Park, que reúne grande parte dos estádios utilizados nas Olimpíadas de 2000.

Para quem viaja com crianças, dois passeios muito famosos (mas que não fizemos) são o Taronga Zoo, onde é possível interagir com animais típicos da Austrália e o Luna Park (confirmar o nome), um parque de diversão visível do Opera House. Os dois se localizam no lado norte da Baía de Sydney e são acessados por ferry a partir do Circular Quay.

Nós recomendamos pelo menos uma semana na cidade, e se der, que passe pelo menos duas noites em Manly. Sydney é uma cidade que merece ser vivida em sua plenitude. Vale a pena, por exemplo, ir mais de uma vez na Coastal Walk, uma vez para conhecer e a outra simplesmente pra dar uma corrida, ou então ir mais de uma noite tomar uma cerveja ou um drink no Opera Bar (o happy hour também bomba lá). Finja que você é local e não se limite aos pontos turísticos! O difícil vai ser querer sair de lá.

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